A Viagem / Pisando no Canadá

No geral a viagem é tranquila, mas prepare-se para o cansaço. Depois de deixar tudo em ordem no Brasil, quando finalmente você pensa “vou descansar um pouco”, é quase certeza que você não irá relaxar como se fosse deitar em uma cama e passar horas interruptas de sono.

A viagem é longa se você vai ficar em Toronto. E mais longa ainda se opta por outras cidades que precisam fazer conexão em Toronto ou em cidades dos Estados Unidos.

Optamos por ir pela Air Canada e fizemos conexão em Toronto. Chegando lá, antes de você iniciar seu processo de conexão, você dará entrada no país e é aqui que eles liberam sua entrada como turista para fazer seu curso de inglês/intercambio e, caso seja o seu caso, é aqui tbm que eles liberarão oa sua permissão de estudo e trabalho. No nosso caso, as permissões de estudo e trabalho foram liberadas em outra sala após passar pelo oficial de imigração canadense e lá fomos recepcionados por outro oficial que analisou nossas informações e anexou uma folha impressa ao nosso passaporte. Esta folha oficial do Governo Canadense é onde está a sua situação no país e que explica o que você pode fazer legalmente (Por exemplo, o visto de estudo, enquanto você estuda só pode trabalhar part time etc.).

Para os que optaram por outras cidades e farão escala em Toronto, vale lembrar que é necessário refazer o baggage drop no aeroporto de Toronto. Sem isso sua mala não entrará no próximo voo com você. O mesmo deve ser pesquisado em outros aeroportos, pois muitos não fazem essa conexão direta sem você ter que ir tirar sua mala de uma esteira e colocar em outra (baggage drop), por isso é sempre bom ficar atento e se tiver dúvidas não esquente em perguntar à alguem, nem que seja em dialeto Uga-Buga! Os Canadenses são bem gentis e tenho certeza que farão de tudo para te entender.
O aeroporto de Chicago também requer pegar as malas de uma esteira, passar pela alfândega americana e depois deixar em outra, além de todo processo de imigração americana.

Após você mesmo ter despachado as malas pelo baggage drop, você terá que fazer novamente o embarque e passar (de novo) pelo detector de metais, Tenha em mente, pelo menos em Toronto, que a verificação é mais rigida que aquela que você passou no aeroporto do Brasil. Neste ponto fui selecionada aleatoriamente para teste de drogas. Assisti bastante Canada Border Security para saber que eles permitem que usuários de drogas viagem, mas não podem levar drogas no avião. Tive que mostrar quais eram os meus pertences e eles passaram um tipo de pano em uma haste por dentro da mala e por fora onde supostamente eu mais segurava. Bom, como quem não deve não teme, mostrei tranquilamente minhas coisas, fizeram a inspeção e logo eu estava liberada. O Thiago foi questionado por ter uma mala com muitos eletrônicos. Teve que informar o que tinha dentro da mochila e explicou que estava tudo na mala de mão por ser frágil e porque estavamos de mudança. A oficial informou que iria abrir só para checar e com muito cuidado fez a verificação (Passamos pela Alfandega uma vez no Brasil e o cara foi desnecessariamente estúpido com nossos pertences).

A partir daí é relaxar e esperar para o seu próximo voo no portão indicado, isso se você tiver tempo de conexão sobrando, e sempre confirmando nos paineis espalhados na áerea de embarque. Lembrando que voos costumam mudar de portão, é muito importante ficar atento.

Abraços e até a próxima!

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2 Comments

  1. Lá em Guarulhos eu fui selecionada aleatoriamente também, tive que ir pra uma outra salinha, responder um questionário e ficar dentro de uma máquina com vidros que giravam. Mas ninguém abriu minha bolsa! Vai entender…
    E na Europa em TODOS os aeroportos TODOS os passageiros tinham que entrar na tal máquina que gira… Aqui no Brasil, só alguns hahaha

    :*

    • Eles poderiam chamar para a salinha na volta pro Brasil e dizer “Você não foi aceito. Pode voltar para a Europa!”
      :p

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